Por Marcelo Wilkes

Um relatório recente, publicado em junho pelo Presidente do Clube, Rubem César Fernandes, traz informações que refletem o impacto do projeto na vida de 327 atletas que já passaram pela Academia. Destes, 92% continuaram os estudos. Dos 216 haitianos da amostra, 112 jogam profissionalmente enquanto 61 exercem outros trabalhos. Em relação às finanças, 165 egressos do projeto responderam ao questionário, o equivalente a 52% do total. O resultado é animador. Quase 60% deles têm receitas mensais acima do atual salário mínimo brasileiro (US$ 257).

Mais do que números, o texto apresenta uma importante contextualização sobre o perfil dos refugiados em diversas esferas: trabalho, educação, vida financeira e migrações. A visão experiente do autor coloca os números sob uma perspectiva ainda mais relevante e profunda.

Confira o texto na íntegra no link abaixo:

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