EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA ESCOLA

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GRANDE SÃO PAULO

O Estado de São Paulo é a maior unidade federativa do Brasil tanto em população quanto em volume de movimentação de valores. A região metropolitana da capital é o centro financeiro e empresarial do país.

setor

EDUCAÇÃO

Integrar a matemática financeira à grade curricular do ensino médio facilita o aprendizado, capacita os jovens para planejar o futuro e ainda beneficia os familiares de quem aprende a gerir o dinheiro melhor.

Educação financeira na escola pública é fundamental para melhorar o país

O programa foi testado com sucesso no ensino médio público do estado de Goiás e chega agora à região metropolitana de São Paulo através do apoio do VRB.

Além do impacto direto na vida dos jovens e de suas famílias, as práticas mais eficientes do programa vão sintetizar uma tecnologia social para ser integrada em larga escala à reforma do ensino médio no Brasil.

O projeto acontece em parceria com a Secretaria de Educação do Estado de SP, que seleciona as escolas.

Contexto


No final de 2016 o Brasil aparecia na posição 27 de 30 países pesquisados no quesito educação financeira, o que ajuda a explicar a quase ausência de pessoas de origem humilde atuando no mercado financeiro no país. Pesquisa mais recente, de 2018, mostrou que 56% dos brasileiros não possuem orçamento doméstico.

Inovação


A solução para o problema, segundo especialistas e uma série de experiências bem-sucedidas em outros países, passa por novos programas de educação que democratizem e consolidem o ensino financeiro para a população mais vulnerável, principalmente entre os jovens que cursam o ensino médio na rede pública.

Método


O programa busca formar professores capazes de contribuir para a educação financeira dos jovens, recorrendo às novas tecnologias e encarando o ensino financeiro como item fundamental para o desenvolvimento do pensar matemático e a integração dos alunos ao mundo do trabalho e à vida adulta.

Impacto


Os objetivos incluem a consolidação de parcerias estratégicas para promover a educação financeira, o aumento do rendimento dos alunos em matemática e a capacitação desses jovens tanto para gerir quanto para gerar renda. Familiares também são benficiários, porque o que se aprende na escola se aplica em casa.

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